Associação Kulungwana e Mozal distinguem melhores artistas do ano

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A Associação Kulungwana e a Mozal distinguiram esta quinta-feira, em Maputo os melhores artistas moçambicanos do ano

A Associação Kulungwana e a Mozal distinguiram esta quinta-feira, em Maputo os melhores artistas moçambicanos do ano.

Entre a dança e a música, o suspense e a expectativa, vários convidados aderiram ao evento para conhecer os melhores artistas do ano, laureados nos Prémios Mozal Artes e Cultura.

No total, foram sete os artistas distinguidos, nomeadamente Nelly Guambe (nas Artes Plásticas), Orlando Mabasso Jr. (no Cinema e Audiovisual), Yassmin Forte (na Fotografia), Pak Ndjamena (na Dança), Sufaida Moiane (no Teatro), Nivaldo Thierry (no Design de Moda) e Deltino Guerreiro (na Música).
O júri composto por Severino Ngoenha (filósofo e crítico de arte), Gabriel Mondlane (Director do INCC), Basílio Muchate (Professor e fotógrafo), Vasco Rocha (Director da Maputo Fashion Week), Paulo Chibanga (Director do Festival AZGO),  Quito Tembe (Director do Festival Kinani) e António Sopa (representando a Kulungwana), foi presidido por Josefina Massango, eleita entre os seus pares, que discursou durante a cerimónia.

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Josefina é actriz, encenadora e ex-directora do curso de Teatro da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane.

A presidente do júri falou das dificuldades de encontrar os vencedores num conjunto de 21 artistas de competência e proeminência artística reconhecido pelo público. Josefina Massango falou também das complexidades em reunir maior informação possível de artistas de todo o país, que, certamente, defende, “tem qualidade para merecer estar entre os nomeados para o prémio”.

Para a Mozal, a cultura moçambicana está num grande momento e foi em reconhecimento dessa “riqueza cultural do país” que a instituição decidiu dar asas à criação de um prémio em jeito de incentivo aos talentos jovens menos conhecidos.

Fazer dos Prémios Mozal Artes e Cultura uma aposta no futuro das Artes do país, como uma acção importante para a valorização do talento de jovens artistas e destacar as suas criações, é o que pretende a Kulungwana, afirmou Henny Matos, a directora executiva da agremiação que há mais de dez anos tem desenvolvido projectos para o desenvolvimento cultural.
Segundo Henny Matos, os prémios Mozal Artes e Cultura vêm preencher um vazio que havia na atenção que se dá a artistas jovens no país, o que não vale pelo valor monetário atribuído, mas pela ideia de promover e dar visibilidade aos melhores trabalhos produzidos pelos artistas.

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Neste evento da Kulungwana e Mozal os artistas vencedores dos Prémios Mozal Artes e Cultura 2019, para além de troféus e certificados, levaram para casa 120 mil meticais. Já os restantes nomeados ficaram com um diploma pelo reconhecimento do seu trabalho de qualidade, atestado por terem sido apurados, no meio de uma diversidade de artistas.

Os Prémios Mozal Artes e Cultura, são atribuídos aos jovens artistas moçambicanos que tenham sido protagonistas de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística do país, atendendo, nomeadamente, ao rigor e originalidade dos seus trabalhos, durante os doze meses que antecedem a premiação, ou na sequência duma actividade anterior.

Opais

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